Anemia na gravidez: 7 nutrientes que ajudam a evitar

Anemia na gravidez: 7 nutrientes que ajudam a evitar

Faz parte da hemoglobina, substância dos glóbulos vermelhos responsável por transportar oxigênio para todo o corpo. Na gravidez, mais ferro é necessário para a maior produção de hemoglobina (30 mg por dia), pois o feto recorrerá às reservas da mãe e a gestante perderá sangue na hora do parto. Para evitar complicações é importante comer, todos os dias, alimentos ricos em ferro. Muitas mulheres já iniciam a gestação com baixas reservas, portanto, além dos alimentos, recomenda-se suplementação durante o segundo e o terceiro trimestre.
São alimentos ricos em ferro: carnes, aves, peixes e fígado têm um tipo de ferro que é muito bem absorvido pelo organismo.


É um nutriente importante porque aumenta a absorção do ferro pelo organismo e fortalece o sistema imunológico, e para a formação do colágeno que compõe a pele, cartilagens, vasos sanguíneos e ossos. Frutas com abacaxi, laranja, morango, kiwi, goiaba e mamão são essenciais para o bom funcionamento do organismo e evitam a anemia.
Para ajudar a absorção do ferro, consuma junto alimentos ricos em vitamina C como frutas e sucos de laranja, limão, goiaba, acerola, caju e maracujá.

É fundamental para a produção das células e dos tecidos novos da mãe e do bebê. Recomendam-se 60 gramas de proteínas por dia (10 a 12 gramas a mais do que uma mulher não grávida).
Alimentos ricos em proteínas: carnes, aves, peixes, ovos, leite e derivados, feijão, ervilhas, grão-de-bico, nozes.

São muito importantes porque fornecem as calorias adicionais que a gestante necessita. Se você não consumir as quantidades adequadas de carboidratos, começará a utilizar as proteínas como fonte de energia e isso não é bom, pois devem ser poupadas para outras funções.
Alimentos ricos em carboidratos: pães, cereais, arroz, massas, batata, frutas.

É fundamental para a formação do sistema nervoso do feto, na formação do sangue e das células. Recomenda-se o consumo de 600 microgramas de ácido fólico por dia, 200 microgramas a mais do que para as não grávidas. É possível obter as quantidades necessárias a partir de uma alimentação bem equilibrada. Para garantir que a quantidade certa esteja sendo ingerida, e, assim, prevenir malformações, os obstetras recomendam a suplementação.
Alimentos ricos em ácido fólico: folhas verdes como espinafre e brócolis, fígado, laranja, batata-doce e abóbora, alimentos integrais e legumes.

Também atua na produção sanguínea e na produção de células novas. A deficiência dessa vitamina é rara, uma vez que ela está presente em todos os alimentos de origem animal. As mulheres que consomem estes alimentos conseguirão facilmente receber as quantidades necessárias. Já as gestantes que consomem dieta vegetariana devem receber suplementação.
Alimentos ricos em vitamina B12: carnes, peixes, aves, leite e derivados, ovos e banana.

Este mineral está envolvido na formação de ossos e dentes do bebê. A ingestão diária de cálcio recomendada para as gestantes maiores de 18 anos é de 1.000 mg, o equivalente a 3 a 4 copos de leite (integral ou desnatado). Para grávidas menores de 18 anos, a recomendação é de 1.300 mg. Muitas mulheres, mesmo antes de engravidar, não conseguem ingerir as quantidades suficientes. Por isso, durante a gestação, têm mais chances de apresentar deficiências e, numa dieta insuficiente, o feto utilizará as reservas maternas.
Alimentos ricos em cálcio: leite e derivados, vegetais como couve, agrião, mostarda e brócolis, sardinha em lata, alguns tipos de feijão, produtos à base de soja como tofu e alimentos fortificados.

Créditos: http://estilo.br.msn.com

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